terça-feira, 13 de setembro de 2011

A Concupiscência da Carne numa visão critica e leiga.

A Concupiscência da Carne

O leitor de boa vontade deve saber que os moralistas católicos não brincam em serviço. Não pegam um tema na internet superficialmente e pronto. Para algumas definições morais e doutrinárias, sempre definidas pelo Papa, por vezes leva-se dezenas de anos e até séculos onde são estudadas todas as variáveis do comportamento humano e suas conseqüências. Assim, quando você, leitor de boa vontade, lê um artigo leigo como o meu, revista-se de prudência, pois as conclusões podem estar erradas. É, portanto, como muita humildade que eu escrevo esse artigo, e aconselho: na dúvida consultem-se as Encíclicas Papais e os grandes Moralistas.

A concupiscência.
Se formos a um bom dicionário, ou a Bíblia em João, ou ao Catecismo Romano, veremos que a palavra diz respeito ao apetite, a cobiça, ao desejo. Sobre modo ao ardente desejo do sexo, também chamado desejo, ou apetite da carne. Este desejo nos acompanhará durante toda a vida, nos diz São Paulo com a expressão, até o fim carreguei o Aguilhão da Carne. E ele era santo. Alguns autores nos dizem que o antônimo de concupiscência é incontinência, (não praticar o sexo) eu tenho a tendência a discordar.

Vejam o porquê. Quando Deus criou Adão e Eva, os criou com órgãos sexuais. Ou seja, antes do pecado original já poderemos supor que, em Genesis havia uma intencionalidade na criação do homem e sua companheira. Deus criou a carne humana e a dotou de desejo. O Genesis nos diz que Deus criou todas as criaturas, macho e fêmeas os criaram, e disse, multiplicai-vos. Donde dizer que a concupiscência vem do mundo, me parece redundância, pois Deus criou o homem da terra, (Não nos tire do mundo, mas nos livre do Mal) salvo se mundo aqui tem outro sentido. Pois Deus criou o homem espiritual e carnal, e o desejo da carne, assim como o seu órgão sexual foi criado por Deus. Sem o que não o teria mandado multiplicar-se.

Existem duas passagens do Evangelho, que nunca (ou raramente) são citadas pelos moralistas superficiais: “Se não resistes à concupiscência case-se”; e “O casamento é remédio para a concupiscência”. Ora, olhando superficialmente podemos concluir que a concupiscência é um inimigo a resistir, e uma doença que precisa de remédio.
Mas a realidade em nosso entorno nos diz eloqüentemente outra coisa: a Concupiscência é a nossa verdadeira mãe e o desejo de Deus o nosso pai. Como assim? Com exceção de Adão e Eva, e a concepção de Jesus Cristo, todos nós, incluindo a Virgem Maria fomos concebidos pelos desejos da carne, pelo ato e desejo sexual de um casal e pela vontade de Deus (sem o que não nos seria possível conceber).

Então qual é o remédio e a resistência para a concupiscência? Nas duas frases acima esta a resposta. Se não podemos resistir, nos casemos. Então está dito, se não podemos permanecer solteiros sem a cobiçada carne, tomemos o caminho do casamento. É isso que esta dito; A outra frase nos diz: O casamento é remédio para a concupiscência. Ora, mas o remédio, esta claro, é a satisfação dos desejos da carne no casamento que não pudemos resistir em solteiros. Essa responsabilidade de satisfação mutua esta bem expressa em outra passagem Bíblica: "O homem que repudia a sua mulher a induz ao adultério (e vice versa)". Ora, é tão grande a responsabilidade de consolo mutuo no casamento, que ao se negarem ao consolo entre marido e mulher (repúdio) ambos induzem um ao outro ao adultério. Pois o desejo e o apetite da carne, que não foi resistido quando solteiro, impõe-se ao casal por livre opção: Se não podes resistir à concupiscência case-se. E casar-se é consolar-se mutuamente sob pena de se sofrer o adultério. Com a satisfação do homem pela sua mulher, e da mulher pelo seu homem ocorre, podemos dizer, o resfriamento das paixões como o remédio trás o resfriamento da dor. Mas esse consolar-se, é preciso que se diga, não é apenas realizar o coito, mas é consolar as inúmeras necessidades sexuais, afetivas e emocionais que existem entre o homem e a mulher que escolheram livremente a seguirem junto o caminho da vida. Quando a Bíblia diz ao solteiro que não pôde resistir aos seus desejos que se case, é para preservar a prole, pois esses desejos se realizados levarão ao nascimento de novas vidas que precisarão do pai e da mãe de quem recebem a herança. Portanto para os que se casam é imperativo o consolo mútuo de qualidade. Para que nenhum dos cônjuges se veja impelido a procurar esse consolo fora do lar. Desse consolo mutuo nascerão naturalmente outros seres prolongando a responsabilidade mutua do casal. Mas prestem atenção em algo:

O próprio Deus nos criou com um ciclo de fertilidade seguido de infertilidade, donde sem esforço poderemos concluir que nem todo ato sexual será fértil, sendo assim, o homem e sua mulher no exercício do consolo mutuo realizarão atos férteis e inférteis, donde em absoluto não poderemos concluir que exista uma orientação para os homens e suas esposas se consolarem apenas na fertilidade, ou seja, praticarem o sexo apenas para a procriação. A Igreja nunca ensinou isso, e João Paulo II, em uma das suas cartas (encíclicas) deixa claro: O sexo entre o casal deve ser, ou estar aberto para a vida, para a concepção, e isso quer dizer, fique bem claro, que a Igreja desaconselha que o casal procure exclusivamente meios para o consolo infértil, estéril, pois Deus os criou Macho e Fêmea para que se reproduzissem, não apenas, para que buscassem a satisfação egoística das suas concupiscências (multiplicai-vos). Então fica-nos bem claro que os Homens e Mulheres se unem para o consolo mutuo e para a propagação da vida humana. (ver catecismo romano) Embora esteja também claro que o casamento é remédio para os desejos da carne satisfazendo-os moral e licitamente no casamento pelos motivos já ditos acima. Pois o casamento é o único sacramento cristão celebrado pelos cônjuges, tendo a Igreja na pessoa do Sacerdote como testemunha (ver Catecismo Romano) donde o Cristianismo reconhece a sua instituição natural desde o início dos tempos. É o homem e a mulher que se dão um ao outro. E se dão para serem um casal, e o casal acasala. E essa união, embora livre, é do desejo de Deus, pois leremos: "O que Deus uniu o homem não separe."
Todavia, posso dizer que o desejo da carne voluntariamente desordenado tem um efeito como o de um amontoado de palavras desordenadas sobre o papel, torna-se incompreensíveis, confusas, aleatórias permitindo múltiplas e confusas interpretações. O sexo é relacionamento, e relacionar-se é comunicar-se. A comunicação deve ser precisa, clara inteligível se quer ser eficiente e objetiva. Ora os desejos da Carne vividos desordenadamente, entre o casal constroem um texto moral e uma mensagem confusa e incompreensível para os cônjuges entre si, para possíveis parceiros externos (adúlteros) e para os frutos de seu amor, a prole, que terão claramente dificuldades de interpretação de suas próprias histórias pessoais no contexto relacional, familiar e de uma moral incompreensível.

Qualquer dúvida sobre minhas conclusões recorram aos documentos oficiais da Igreja, mas não o façam pela Internet, pois na maioria das vezes estão alterados. Como quase tudo na Internet. Assim aconselho.

wallacereq@gmail.com

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

O G 23 História da Igreja tem hoje apenas 119 textos.

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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

sábado, 23 de outubro de 2010

Parabéns para você!

Estamos fazendo aniversário: Grupo de Estudos 23 de Outubro.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Testemunho pessoal.

Testemunho pessoal.
A vida me separou de meus irmãos.
Todavia eu trabalhei com meu irmão Maurício então Deputado Federal enquanto Requião exercia um mandato no Senado Federal (1996).
Desse período posso dizer com absoluta segurança que meus irmãos se posicionaram contra a lei do aborto. E que eu fiz um livro em 517 cópias ( 218 páginas) posicionando-me, como Secretário Parlamentar, contra a lei de Marta Suplicy ( PT) que pretendia legalizar o casamento (união civil) entre parelhas de pessoas do mesmo sexo. O projeto de lei acabou não sendo votado. Este livro pode ser consultado na Biblioteca Pública do Paraná, numa edição xerox, capa dura. TÍtulo Homossexualismo. Os demais foram entregues aos deputados federais de então.


Conheça o meu Blog Heterofobicos.

Para você pensar.

Quando abrimos os jornais e vemos que Portugal, Uruguai, Canadá, Itália têm programas de incentivo à fertilidade, chegando a pagar um adicional por criança nascida, somos obrigados a reflectir se là na antiguidade os Espartanos não tinham alguma razão. Os filhos não são apenas filhos das famílias, mas são também filhos do Estado.
Ora, uma mentalidade anti vida enfraquece o país. As pessoas envelhecem, adquirem e cobram direitos de aposentadoria, e os jovens, braços úteis e força de trabalho diminuem vertiginosamente.
Querem os " construtores da nova moral" contraditóriamente que os homem soquem nos homens, que as mulheres se acabem na felação, e que os heterosexuais ( nós os normais) abortemos os nosso filhos ou os evitemos de qualquer maneira numa expressão de egoísmo ímpar na história da humanidade. Viver sem deixar viver.

Há um pensador hindu, cujo nome me escapa agora, que diz que nossos filhos são filhos da vida. Ora; bem entendido ele quer dizer que nós somos todos filhos da vida. A fertilidade dos animais, da flora e dos homens é que nos tem mantido vivos no Planeta. A vida tem suas regras e não podemos negá-las.

Sem sermos piegas devemos admitir que o Criador da vida tem suas regras e não podemos negá-las. Foi o desrespeito rancoroso e revolucionário à essas regras que colocou o homem diante de sua soberba e cegueira, matando hoje, nos filhos, o futuro.

Nosso filhos são o futuro. Muito de nós fomos concebidos em tempos de miséria, em tempos de baixa saúde, em tempos difíceis, em tempos de guerra, em tempos de fome. Muitos de nós não fomos desejados, mas aqui estamos. Mas foi a garantia de estarmos vivos que nos fêz superar as agruras superáveis e estarmos todos aqui, vivos e lutando. Não fosse isso o planeta reinaria no silêncio absoluto de uma Lua, de um Vênus, um Marte ou Mercúrio.
Só exerceremos o direito e o dever de votar, porque não fomos abortados.

Pense nisso.

wallacereq@gmail.com

Você vai votar? Que bom.

Você vai votar? Que bom.
O Voto é um direito e um dever. Só pode votar que está vivo. Lembre-se disso, o direito á VIDA é o mais fundamental dos direitos, quem viola esse direito violará todos os outros direitos.
Nos só vamos exercer o direito e o dever do voto porque não fomos abortados, Alguém nos assumiu, alguém assumiu o grave dever de nos trazer à vida, e é porque estamos vivos que vamos votar. Lembrem-se disso, nós só vamos votar porque não fomos abortados.
Aqueles irmãos que serão abortados não terão mais quem os defenda, quando a lei ímpia aprovar o aborto. Eles não poderão exercer o direito e o dever de votar contra os criminosos que os mataram.
Se você se omitir diante disso, esteja certo que outros direitos te serão violados.
Nós não podemos odiar e condenar inocentes frutos da vida. Todos nós estivemos nessa situação de inocentes frutos da vida, todavia não fomos abortados. Se nos calarmos, amanhã bem cedo nos mesmos seremos violados na nossa vida. Que tipo de valores queremos criar quando dizemos aos nossos filhos nascidos: “esse seu irmãozinho não merece nascer”. Dizemos a eles: suas vidas não valem nada meus filhos, se eu quisesse; eu também poderia ter tirado as vossas.
Depois esperamos dele respeito.
Depois esperamos deles que não se tornem violentos.
Matamos os seus irmãos e esperamos deles compreensão.
Negamos a vida de inocentes irmãos e esperamos deles dos nascidos à garantia da nossa.
Não votem em quem aprova o aborto.
Não votem em quem viola o mais fundamental dos direitos.
Pois esse os violará sem dúvida, como conseqüência da primeira e mais fundamental violação, os outros direitos fundamentais da pessoa humana.
wallacereq@gmail.com

domingo, 4 de abril de 2010

FELIZ PASCOA

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Aborto não.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Depois de longo período voltamos.

Saudades de vocês.